Download

A Semana da Imunização busca conscientizar e informar sobre o assunto, sempre lembrando que existe uma ampla gama de vacinas que são disponibilizadas via SUS, incluindo vacinas que são cruciais para os pacientes de grupos especiais (oncológicos, cardíacos e com doenças crônicas).

  • Orientar sobre o que é imunidade e a importância das vacinas para a saúde da população;


  • Abordar a vacinação para grupos especiais de pacientes como os oncológicos, com doenças cardiovasculares e crônicas;


  • Orientar sobre o que é o CRIE, como e quando acessar;


  • Orientar sobre as vacinas disponíveis na UBS – em especial, as que estão com as coberturas muito baixas;


  • Discutir a ampliação da oferta de vacinas para pacientes de grupos especiais não apenas nos CRIEs, mas também nas salas de vacinação das UBSs que possuem maior capilaridade no país;


  • Debater quais são as estratégias que podem ampliar a cobertura vacinal da vacina contra o HPV?;


  • Quais estratégias o Brasil vai adotar para melhorar a cobertura vacinal em todo o país;


  • O papel da educação e das escolas no processo de imunização das crianças e adolescentes. 


Programação Preliminar – Dia 08/06/2022 


15:00 – 15:05

Abertura

Marlene Oliveira e Andressa Simonini

15:05 – 15:35

Painel 1

A imunização, as conquistas e os ganhos para o padrão de saúde que conhecemos hoje.

As vacinas como uma atitude positiva de proteção coletiva.   

16:00 – 17:30

Painel 2

A pandemia da Covid-19 ainda está em vigor, mas será que ela está deixando algum legado positivo

em relação à imunização no país?    

 

Debatedores

 

Renato Kfouri

Pediatra Infectologista e Presidente do Departamento de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria. Mestre pela UNIFESP. 

 

Renato Freire Casarotti

Presidente da Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde)

Programação Preliminar – Dia 08/06/2022 


15:00 – 15:10

Abertura

Marlene Oliveira e Andressa Simonini

15:10 – 16:45

Painel 3

A vacinação é uma grande conquista da saúde pública e de todos os brasileiros. O que é possível fazer para reverter a gradual e assustadora queda nas coberturas vacinais no país?


Ana Goretti Kalume Maranhão 

Pediatra Infectologista e Presidente do Departamento de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria. Mestre pela UNIFESP. 

16:45

Encerramento

Marlene Oliveira

Fundadora e Presidente do Instituto Lado a Lado Pela Vida

Andressa Simonini

Jornalista e Editora Executiva da revista Pais e Filhos

Renato Kfouri

Pediatra Infectologista e Presidente do Departamento de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria. Mestre pela UNIFESP.

Renato Freire Casarotti

Presidente da Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde)

Ana Goretti Kalume Maranhão 

Médica Pediatra do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde.

Regiane de Paula

Doutora em Ciências Aplicadas à Saúde e especialista em Epidemiologia. Diretora Acadêmica do Instituto Educatie de Ensino e Pesquisa e professora da Disciplina de Métodos de Pesquisa e Elaboração de Projetos no Mestrado Profissional em Psicogerontologia. Coordenadora em saúde na Coordenadoria de Controle de Doenças da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.

Aula 1

07/06/2022

Atualização sobre a imunização dos pacientes de grupos especiais (câncer, cardiovasculares, com doenças crônicas e idosos)

Aula 2

07/06/2022

Saiba tudo sobre a Imunização contra o HPV. Adolescente, vacine-se

Aula 3

10/06/2022

Por que os brasileiros estão deixando de vacinar no Brasil? Entenda os riscos desse comportamento para a saúde de todos.

Aula 4

10/06/2022

Quero vacinar, como devo fazer?

O que é imunização?

Você está imune a uma infecção quando as defesas naturais de seu corpo tiverem aprendido a combatê-la. Isso pode acontecer após ficar exposto a bactérias ou vírus - criando anticorpos -, ou porque recebeu uma vacina específica contra ela. Por esse motivo, a aplicação de uma vacina é chamada “imunização”.


As vacinas são seguras?

Sim, elas são seguras. As vacinas passam por testes rigorosos ao longo das diferentes fases de ensaios clínicos. Os eventos adversos também são monitorados constantemente, tendo na maioria das vezes reações leves e temporais, como dor no local da injeção ou febre baixa. As doenças que as vacinas previnem são bem mais perigosas que os seus efeitos colaterais.


Já me vacinei quando era criança. Preciso tomar alguma vacina?

Pessoas de todas as faixas etárias devem ser vacinadas, seguindo o calendário de vacinação do Ministério da Saúde. Quem está com as vacinas desatualizadas coloca em risco não apenas a própria saúde, mas também pode se tornar um transmissor de doenças, em especial para as crianças e idosos, que são grupos mais vulneráveis. Segundo o Ministério da Saúde, a partir dos 20 anos você precisa se vacinar ao menos contra sarampo, caxumba, rubéola, hepatite B, febre amarela, difteria e tétano. Para se proteger de todas essas doenças, são quatro tipos de vacinas, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS): a de Hepatite B, tríplice viral, dupla adulto e febre amarela.


Preciso me vacinar contra a gripe anualmente?

A gripe é uma doença grave que mata entre 300 mil e 500 mil pessoas em todo o mundo a cada ano. Mulheres grávidas, crianças pequenas, pessoas idosas que possuem problemas de saúde e qualquer pessoa com uma condição crônica, como asma ou doença cardiovascular, correm maior risco de infecção grave e morte. Como os vírus passam por mutações, as vacinas são atualizadas anualmente, por isso os grupos determinados pelo Ministério da Saúde devem ser imunizados com essa frequência. 


Já tive a doença. Devo me vacinar contra ela mesmo assim?

Sim. Após uma infecção nosso corpo tende a gerar anticorpos e outros mecanismos de defesa. No entanto, nem sempre se cria a chamada “memória imunológica”, que é a capacidade do corpo reconhecer uma segunda infecção e combate-la.


Onde é possível me vacinar?

É possível se vacinar nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), mais conhecidas como “Posto de Saúde”. No aplicativo Conecte SUS é possível localizar a unidade mais próxima da sua residência. Além disso, alguns outros imunizantes estão disponíveis nos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (CRIE) para grupos de risco. 



O que são grupos de risco?

São pessoas que têm o sistema imunológico enfraquecido, seja por uma doença ou pelo uso de medicamentos e que, por isso, possuem mais chances de contrair infecções, levam a internações e, até mesmo, a morte. Pessoas que vivem com diabetes, que vivem com HIV/Aids, pacientes com câncer ou transplantados, por exemplo, têm situações crônicas de saúde e, portanto, são consideradas de grupos de risco. 


Com quem devo falar a respeito da minha imunização?

Você deve sempre conversar com o seu médico sobre a importância da imunização e em que momento ela é adequada para ser realizada, bem como a indicação de quais vacinas e as doses necessárias. Afinal, ele é o profissional que acompanha todo o seu tratamento.



Familiares de pacientes de grupos de risco devem ser vacinados?

Familiares e cuidadores, que moram com o paciente também podem se vacinar, sendo essa uma forma dos conviventes reduzir os riscos de infecção das pessoas com doenças crônicas. 


Quais cuidados devo tomar após ser vacinado?

É necessário que os pacientes fiquem atentos a algumas reações como, por exemplo, a febre no período de 48 horas após a vacinação e dor no local da aplicação; caso tiver, utilizar compressa de água fria no local da aplicação. Os antitérmicos não devem ser usados preventivamente, pois podem interferir no resultado da vacina. Qualquer reação adversa a vacina é necessário que o paciente retorne ao local onde a vacina foi aplicada para avaliação.


No caso da vacina contra a COVID-19, os pacientes dos grupos de risco precisam de certos cuidados: 14 dias antes e 14 dias depois da vacina contra a COVID-19 o paciente não pode tomar qualquer outro tipo de vacina.


Para os pacientes com câncer é necessária a avaliação médica, pois para cada caso há um tempo certo de vacinação. Já para os pacientes com problemas no coração, em uso de anticoagulantes, é necessário usar compressa gelada antes e depois da aplicação da vacina. Isso evita o sangramento exagerado.


Realização

Inscreva-se aqui